Depois de transformar a chegada a Lisboa num verdadeiro teste de sobrevivência, com filas quilométricas e turistas desesperados, a União Europeia decidiu puxar o travão de emergência: o sistema Entry Exit System (EES) está suspenso por 90 dias. A medida é um atestado público de que Portugal não tem condições de receber o atual fluxo de visitantes — e que o Aeroporto Humberto Delgado virou sinónimo de tragédia logística.
O colapso da imigração
O que deveria ser uma porta de entrada para a Europa tornou-se um pesadelo digno de reality show. Passageiros vindos de fora do Espaço Schengen ficaram horas presos em filas, enquanto o sistema europeu, que prometia modernidade ao substituir carimbos por registos eletrónicos, apenas conseguiu entregar caos e humilhação.
Um internauta resumiu com sarcasmo:
“Portugal finge ser primeiro mundo, mas não chega nem perto de Chile ou Brasil. O aeroporto de Santiago é futurista, Lisboa continua no século passado.”
Medidas desesperadas do Governo
– Suspensão imediata do EES por três meses.
– Reforço de 30% nos equipamentos de controlo.
– Militares da GNR convocados às pressas para segurar a fronteira.
– Criação de uma task force para apagar o incêndio.
Vexame internacional
O próprio secretário de Estado das Infraestruturas não conseguiu disfarçar: chamou a situação de “embaraço” e pediu desculpas em público. Enquanto isso, turistas relatam experiências traumáticas ao desembarcar em Lisboa, comparando o aeroporto português a um pesadelo burocrático, em contraste gritante com terminais latino-americanos que exibem tecnologia e eficiência.
Lisboa queria ser vitrine da Europa. Virou meme global. O caos na imigração não é só um problema de filas: é o retrato cruel da fragilidade das infraestruturas portuguesas diante da pressão turística.
Em vez de carimbos, os visitantes levam na bagagem horas de espera e histórias de horror para contar.
