Com o fim da janela partidária e do prazo de desincompatibilização, o tabuleiro político brasileiro entra em sua fase mais decisiva. Deputados e senadores já estão vinculados às suas novas legendas, e os partidos passam a operar com maior clareza sobre suas forças e fragilidades. Agora, o foco se desloca para a montagem das chapas e alianças que definirão o rumo das eleições de outubro.
A partir de agora, cada movimento ganha peso estratégico: alianças estaduais podem redefinir disputas nacionais, e a força das bancadas será determinante para a articulação de governo e oposição. O período pós-janela partidária é, portanto, a largada para a corrida eleitoral em sua fase mais intensa.
Próximas etapas do calendário eleitoral
– 15 de maio – Início das campanhas de financiamento coletivo (“vaquinhas”) por pré-candidatos.
– 30 de junho – Fim da participação de pré-candidatos como apresentadores ou comentaristas em rádio e TV.
– 5 de julho – Liberação da propaganda interna nos partidos para defesa de nominatas.
– 20 de julho a 5 de agosto – Convenções partidárias para definição de candidatos e alianças.
– 15 de agosto – Prazo final para registro de candidaturas na Justiça Eleitoral.
– 16 de agosto – Início oficial da campanha eleitoral, com propaganda em rádio, TV, comícios e pedidos de voto.
– 14 de setembro – Último dia para substituição de candidatos e julgamento dos registros.
– 1º de outubro – Encerramento da propaganda eleitoral e dos debates.
– 4 de outubro – Primeiro turno das eleições.
– 5 de outubro – Início da campanha para o segundo turno, onde houver.
– 25 de outubro – Realização do segundo turno.
– 19 de dezembro – Prazo final para diplomação dos eleitos pela Justiça Eleitoral.
