Rafael Satiê enquadra discurso furado e vira o jogo no caso da artesã em Ipanema

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Foto: CMRJ

O debate sobre a abordagem da Seop a uma artesã em Ipanema esquentou o plenário, nesta terça-feira (14), mas acabou com um protagonista claro: Rafael Satiê (PL).

Após o vereador Leonel de Esquerda (PT) tentar puxar o episódio para o campo racial e social, falando em “trabalhadora negra” vítima da política de ordem pública da prefeitura, Satiê, que preside da Comissão de Combate ao Racismo, entrou em cena e foi direto: questionou se o colega estava chamando a Guarda Municipal de racista e classificou a fala como “irresponsável”.

Sem aliviar, reconheceu o erro na abordagem mas recusou a tese de racismo ou misoginia. Disse que transformar o caso em pauta identitária virou “atalho político”.

Na tréplica, resgatou a própria história como ambulante e afirmou nunca ter desrespeitado autoridade. E fechou com uma linha que arrancou reação no plenário: para ele, houve erro dos dois lados, tanto da Guarda quanto da artesã.

No fim, a esquerda tentou lacrar. Mas só tentou mesmo.

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