Um novo projeto na Câmara do Rio acendeu o debate e dividiu opiniões: a proposta cria uma categoria exclusiva para atletas trans e não binários em competições esportivas na cidade.
De autoria do vereador Fernando Armelau (PL), o texto vale para tudo — de campeonatos amadores a eventos oficiais — e atinge clubes, federações, times e até empresas privadas.
A medida também obriga a criação de vestiários e espaços exclusivos. Segundo o autor, a ideia é “evitar desigualdade” nas disputas, especialmente no esporte feminino.
Mas não para por aí: quem descumprir pode pagar multa, sofrer interdição e até perder a licença. E tem mais — atleta que omitir ser trans ao competir pode ser banido, com punições semelhantes às de doping.
O tema ganha ainda mais peso político porque a deputada Índia Armelau (PL), esposa do vereador, já aprovou na Alerj um projeto sobre banheiros neutros.
A proposta ainda está em análise, mas já virou combustível para um debate que promete esquentar — dentro e fora do esporte.
