Foi execução direta. Sob ordens de Donald Trump, os EUA lançaram um ataque fulminante e mataram Héctor “Niño” Guerrero — o cérebro por trás da facção Tren de Aragua, uma das mais violentas do continente e já infiltrada no Brasil. Há registros de parceria com o Primeiro Comando da Capital (PCC) no Norte do país e a atuação nos estados do Sul.
Explosão, fogo e fim de jogo. O líder que espalhou terror por vários países foi eliminado em uma ofensiva descrita como “rápida e letal”. Para os americanos, não era só um bandido — era alvo de guerra.
“Sob minhas ordens, o Comando Sul dos Estados Unidos realizou um ataque rápido e letal com armas de fogo para executar com sucesso Niño Guerrero, o infame líder da Tren de Aragua, uma das organizações terroristas mais sanguinárias do planeta”, disse Trump em uma publicação no Truth Social na noite de sexta-feira (12).
O histórico assusta: tráfico internacional, sequestros, extorsão, controle de rotas ilegais e expansão silenciosa pelas Américas. No Brasil, a facção já fincou bandeira e fez conexões com o crime organizado local.
E o detalhe que revolta: mesmo preso, Guerrero vivia como rei dentro de cadeia venezuelana durante o governo de Nicolás Maduro — com luxo, poder e influência intactos. Depois, fugiu e seguiu comandando tudo.

