Sem palanque, com emprego: universidade particular que proibiu militância supera gigantes públicas no ranking de mercado

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Foto - Divulgação

A universidade que proibiu atos político-partidários no campus é a 7ª do país na preferência dos empregadores. A Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) ficou à frente de gigantes públicas como UERJ, UFPE, Unesp e UFPR em diferentes edições do ranking de mercado do RUF.

No RUF 2025, a instituição ficou em 7º lugar nacional no indicador de preferência dos empregadores. Também tem nota máxima 5 no MEC e foi novamente apontada pelo Datafolha como a melhor universidade privada de São Paulo.

Universidade públicas ainda lideram no ranking geral e concentram a produção científica e tecnológica brasileira, em grande parte porque recebem financiamento público bilionário para pesquisa, infraestrutura e formação de pesquisadores.Mas enquanto universidades públicas frequentemente aparecem envolvidas em greves, protestos e militância política, o Mackenzie aposta em outra fórmula: ensino e formação e mercado de trabalho.

Quando existe um descompasso entre o que se aprende na universidade e o que o mercado precisa, o prejuízo não é apenas do estudante. É da própria economia, que passa a ter, ao mesmo tempo, recém-formados procurando trabalho e empresas procurando profissionais que não encontra.

O recado é simples: universidade é lugar de estudo, não de comício. Porque, depois da eleição, o palanque é desmontado. O diploma fica.

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