A vitória das urnas em Mato Grosso do Sul mandou um recado direto que deixou a bolha política em choque. Isa Marcondes (Republicanos), abertamente homossexual, ex-empresária do ramo adulto e conservadora de carteirinha, conquistou mais de 76 mil votos para a Câmara dos Deputados. Sem “coitadismo”, sem cota e s apresentando como “sapatão”.
Durante toda a campanha, ela se posicionou explicitamente como apoiadora de Jair Bolsonaro e alinhada com o discurso antipetista, o que garantiu a ela a preferência do eleitorado conservador da região, que demonstrou – ao contrário do que a esquerda prega – não ter preconceito contra homossexual e que apenas não aceita vitimismo.
Para a direita e para o eleitorado conservador, a eleição da “Cavala” — como é conhecida popularmente — quebra de vez a narrativa progressista de que a direita rejeita ou “cala” minorias. O fenômeno mostra o exato oposto: o campo conservador não quer saber de onde você vem ou com quem você dorme, mas sim quais valores você defende.
Isa Marcondes é atualmente vereadora no município de Dourados (MS). Ela foi eleita nas eleições municipais de 2024 como a candidata mais votada da cidade.
Enquanto a esquerda insiste em fatiar a sociedade em “grupos de vítimas” obrigados a votar em uma cartilha ideológica, a direita mostrou na prática que prioriza o indivíduo e a entrega:
- O voto vem do apelo real: Usando o bordão “a cidade está uma zona e de zona eu entendo”, Isa construiu sua popularidade com comunicação direta, trabalho e discurso antipetista incisivo.
- Valores acima do rótulo: A aprovação veio pelo combate à corrupção, defesa da liberdade e sintonia com o eleitorado conservador, provando que a urna recompensa o mérito e a autenticidade.
- Sem tutela de ativistas: O eleitor conservador abraçou uma mulher lésbica que não aceitou ser usada como massa de manobra por ONGs ou partidos de esquerda.
A mensagem das urnas foi clara: o cidadão não quer saber de engenharia social ou ‘Linguagem Neutra’. O espaço se conquista com coragem, conexão com o povo e alinhamento de pautas — provando que, no campo conservador, a inclusão acontece pelo mérito, e não pelo coitadismo das cotas.
