Ninguém duvida que ser gigolô traz poder, dinheiro e prestígio. Especialmente na elite, onde tudo é feito com muito cuidado. Basta olhar o caso de Jeffrey Epstein. Dentre os milhões de arquivos do financista reunidos e divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, surgem citações de nomes de superpoderosos em nível global: do presidente norte-americano Donald Trump ao bilionário Elon Musk. Mas não é só na parte de cima do globo que crimes como tráfico sexual e abuso ocorrem, em festas cheias de milionários.
No Brasil e em solo carioca, infelizmente, também é essa a realidade. E, assim como fez Epstein até antes de sua morte, um questionável suicídio na prisão em 2019, essas pessoas também circulam para lá e para cá, com sorrisos, fotos e comentários nas redes sociais. Quem serão os Epstein à nossa maneira?
