Restando menos de um mês para o período em que políticos têm de deixar seus cargos, se quiserem concorrer nas eleições, o Governo do Rio se prepara para uma grande reforma em seu secretariado. Além do governador Cláudio Castro (PL), que vai deixar o Palácio Guanabara para se candidatar ao Senado, ao menos 14 secretários deixarão suas cadeiras em razão da eleição.
O destino preferido é a Assembleia do Rio. Os secretários Bruno Dauaire (Habitação) e Gustavo Tutuca (Turismo) voltarão à Casa para tentar a renovação de mandato, enquanto o chefe da Polícia Militar, Coronel Marcelo Menezes e os titulares das pastas de Trabalho e Renda, Luis Martins, e de Obras, Uruan Andrade, vão buscar uma cadeira na Alerj para a legislatura que se inicia em 2027.
Já fora do governo, a ex-secretária de Educação Roberta Barreto também vai tentar o mesmo caminho. Sobre o líder da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Vinicius Farah, ainda restam dúvidas se a candidatura será à Assembleia do Rio ou à Câmara dos Deputados, em Brasília.
Outros quatro nomes, contudo, já têm caminho desenhado: o chefe da Polícia Civil, Felipe Curi, Bernardo Rossi (Ambiente), Gutemberg Fonseca (Defesa do Consumidor) e Rosângela Gomes (Direitos Humanos) devem concorrer à uma vaga como deputado federal.
Isso, sem falar no secretário de Cidades, Douglas Ruas, nome escolhido pelo PL para concorrer ao Governo do Rio, além do secretário de Governo, André Moura, que deve concorrer ao Senado pelo estado de Sergipe. A conta fecha com o chefe da Casa Civil, Nicola Miccione, que também vai se desincompatibilizar: seja para concorrer ao mandato de governador-tampão, seja para encerrar seu ciclo no Palácio Guanabara.
