Após articulação da bancada conservadora, a Câmara Municipal rejeitou o Projeto de Lei nº 1519/2025, que previa a criação da chamada “Campanha Permanente Marielle Franco”.
A proposta incluía, entre outras medidas, o incentivo à educação política em escolas, centros culturais e espaços públicos.
Líder do PL na Casa, o vereador Rogério Amorim criticou o conteúdo do projeto e afirmou que a iniciativa tenta institucionalizar práticas que, segundo ele, já ocorrem no dia a dia.
“O que eles querem é colocar em lei o que já fazem na prática: lavar a cabeça das nossas crianças”, declarou.
Amorim também argumentou que, apesar de o texto se apresentar como uma ação de combate ao preconceito, a proposta acabaria estimulando a sexualização precoce e gerando confusão de gênero.
O projeto foi rejeitado por 16 votos a 14.
