O atual bloco do PSOL na Alerj vem adotando um comportamento cada vez mais próximo do chamado “centrão”, acumulando contradições difíceis de ignorar.
Primeiro, votou em Rodrigo Bacellar para a presidência da Casa. Agora, alinha-se à estratégia de Eduardo Paes na tentativa de eleger um novo presidente.
Uma postura que contrasta fortemente com o PSOL de outrora — o chamado “PSOL raiz” — que, nos tempos de Marcelo Freixo, mantinha uma linha mais coerente: ou se posicionava de forma firme contra, ou, no mínimo, optava pela abstenção.
Hoje, o que se vê é um partido que, na prática, flexibiliza seus princípios conforme a conveniência do momento político.
