A Polícia Civil deflagrou nesta quinta-feira uma operação para investigar um esquema de fraude relacionado à reativação do Banco de Crédito Móvel (BCM). Essa instituição havia sido liquidada na década de 1960.
A manobra teria como objetivo a apropriação indevida de um crédito superior a R$ 1 bilhão.
Entre os alvos da operação estão, além de acionistas do banco, integrantes da cúpula da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja): vice-presidente, Affonso D’Anzicourt Silva, o secretário-geral, Gabriel Oliveira de Souza Voi, e o ex-presidente do órgão, Sergio Tavares Romay.
Agora fica uma pergunta no ar: quem serão os poderosos padrinhos dessa turma da Jucerja? Poderosos que mandavam e desmandavam durante este período da manobra bilionária.
