Quaest RJ para o Senado: Benedita lidera cenários, com Crivella em segundo; indecisos e votos brancos somam mais de 60%

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Nova pesquisa Genial/Quaest que acaba de ser divulgada mostra a deputada federal Benedita da Silva (PT) na liderança das intenções de voto para o Senado no Rio de Janeiro em dois cenários testados. O ex-prefeito do Rio Marcelo Crivella (Republicanos) aparece em segundo lugar nas duas simulações. Apesar da liderança, o levantamento indica um eleitorado ainda muito indefinido, com elevados percentuais de indecisos, votos brancos, nulos ou eleitores que afirmam não votar.

No Cenário I, Benedita da Silva tem 11% das intenções de voto, seguida por Marcelo Crivella, com 8%. Na sequência aparecem Carlos Portinho (PL) e Márcio Canella (União), ambos com 4%; Alessandro Molon (PSB), Mônica Benício (PSOL), Pedro Paulo (PSD) e Waguinho (Republicanos), todos com 3%. Marcos Dias (Podemos) e Sávio Neves (PSDB) registram 1% cada, enquanto Hélio Secco (Missão) não pontua. Os indecisos somam 22%, e os votos brancos, nulos ou de quem diz que não vai votar chegam a 37%. 

No Cenário II, em que Márcio Canella e Alessandro Molon não são apresentados aos entrevistados e Mônica Benício cresce, Benedita sobe para 12%, enquanto Crivella alcança 9%. Carlos Portinho aparece com 4%, empatado com Mônica Benício, Pedro Paulo e Waguinho. Marcos Dias e Sávio Neves registram 1%, e Hélio Secco segue sem pontuar. Os indecisos são 23%, e os votos brancos, nulos ou de quem não pretende votar chegam a 38%.
 
A pesquisa também simulou a escolha para as duas vagas em disputa no Senado, separando o primeiro e o segundo voto dos eleitores. No Cenário I, Benedita lidera o primeiro voto com 18%, seguida por Crivella, com 11%. Já no segundo voto, ambos registram 5%. 

No Cenário II, Benedita alcança 19% no primeiro voto e Crivella, 12%. No segundo voto, a petista aparece com 5% e o ex-prefeito, com 6%. 

Metodologia

A Genial/Quaest entrevistou 1.200 eleitores do estado do Rio de Janeiro entre os dias 21 e 25 de julho de 2026. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Nº de pessoas ouvidas: 1.200 entrevistados.

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