A Prefeitura de Queimados decidiu contratar, sem licitação, o Instituto de Avaliação Nacional (IAN) por até R$ 1,5 milhão para organizar o concurso da administração municipal e da Guarda Civil. A escolha chama atenção porque a banca acumula questionamentos do Ministério Público e processos judiciais em outros municípios da Baixada.
Em Magé, o MP apontou suspeitas de que o IAN seria uma “empresa de fachada”, e a Justiça suspendeu o concurso e anulou nomeações. Em Belford Roxo, a instituição também foi alvo de ação por suspeitas relacionadas ao concurso da Educação. Agora, com a banca desembarcando em Queimados, quem vai pagar a inscrição e passar meses estudando terá que, além de se debruçar sobre os livros, torcer para que o concurso não vire mais um caso de Justiça.
Com a palavra, a prefeitura. O espaço está aberto para esclarecimentos.

