A Medalha Tiradentes entregue a Hermógenes Barbosa, o Grego, na noite de terça-feira (14), virou mais do que uma solenidade protocolar na Alerj. O que saltou aos olhos foi o plenário cheio de servidores da própria Casa, muitos deles em cargos estratégicos, para prestigiar um nome que há décadas circula pelos corredores com o respeito de quem conhece o funcionamento do Parlamento por dentro.
A lista de presenças ajuda a medir o tamanho desse prestígio interno: Luciano Silva, diretor da TV Alerj; Aline Pimentel, diretora das comissões; Rodrigo Alberline, do controle interno; Flávio Falcão, do almoxarifado; Sérgio Cavalcante, da engenharia; Valdir, do áudio; Elber Corrêa, chefe de gabinete da presidência; Jairo Passos, presidente do Sindalerj; e Guilherme Delfim, diretor de assuntos legislativos da Elerj, além de deputados, ex-dirigentes e servidores de diferentes setores.
O plenário lotado, numa noite comum de terça-feira, virou tema da própria sessão. “E a querência tua, Grego, a gente mede pelo plenário. Porque está aqui no plenário um monte de rosto conhecido. E são oito horas da noite. E se estão aqui, é porque lhe admiram, lhe respeitam e gostam de você”, resumiu Luiz Paulo. Flávia Aguiar foi na mesma linha: “É uma honra ver esse plenário tão lindo, repleto de pessoas que te amam”.
Ao receber a homenagem, Grego tratou de repartir a comenda com quem estava na plateia. “Essa medalha não é só minha”, disse. E completou: “Em cada pedacinho que eu fragmentar, eu vou colocar no coração de cada um de vocês, funcionários”.
Na Alerj, pouca gente consegue encher plenário com servidor da ativa, chefia administrativa, sindicato, ex-dirigente e deputado de campos diferentes ao mesmo tempo. Ele conseguiu.
