O ex-prefeito Eduardo Paes (PSD) tem demonstrado que não conhece limites em sua corrida pela caneta de governador.
Se antes já se colocava como vencedor e aparecia como franco favorito, aos poucos a realidade começou a se impor ao seu grupo. O avanço da direita, com Flávio Bolsonaro (PL) apoiando Douglas Ruas, e o desgaste do presidente Lula (PT), aliado de Paes, mudaram o cenário político.
O discurso do “já ganhou” começou a perder força. Em seu lugar, surgem manobras de todos os tipos para embaralhar o jogo — no campo jurídico e também no político, com tentativas de atrair adversários por meio do conhecido “beijo da serpente”.
Primeiro, Eduardo Paes tentou se aproximar de Chico Machado, buscando uma ponte com o grupo ligado a Rodrigo Bacellar. Como não obteve sucesso, rapidamente mudou de posição: deu as costas a Chico e voltou a atacar Bacellar.
Agora, segundo informação publicada na coluna do Magnavita, a nova movimentação seria uma articulação com Delarolli, numa tentativa de dividir a direita e dificultar uma eventual vitória de Douglas Ruas na Alerj. E quem conhece Guilheme Delarolli sabe que a chance de papo com Eduardo é zero!
No ambiente político a fama de ingratidão e egocentrismo do grupo de Eduardo se espalhou. Hoje, são poucos os que ainda acreditam em suas promessas ou se deixam levar pela lábia.
