Dizem que o velho ditado nunca falha: “Diga-me com quem tu andas, que eu te direi quem és”. Em certos corredores do poder (e da fofoca), a frase voltou à moda com força. Há secretário por aí que já percebeu que algumas amizades, antes ostentadas como medalha no peito, hoje pesam mais do que tornozeleira eletrônica. E aí, quando o telefone toca, ninguém sabe ao certo se o que vem dali é um convite para uma reunião ou para prestar esclarecimentos.
Enquanto isso, dezenas de contratos passam por uma lupa daquelas que enxergam até as letrinhas mais miúdas. Nos bastidores, a preocupação já não é apenas explicar as assinaturas, mas também as companhias. Afinal, tem gente descobrindo, da pior forma possível, que amizades podem até abrir portas… mas também podem fechar gabinetes. E como podem!
