A China apertou o botão do controle total no mundo digital — e o impacto já é gigante. O governo decidiu: quem fala de saúde, finanças, educação ou justiça precisa ter diploma. Sem comprovação acadêmica, o perfil simplesmente desaparece. Resultado? Cerca de 1 milhão de contas já foram derrubadas até o momento.
Mas não para por aí.
A censura agora também dita aparência. Conteúdos com estética considerada “afeminada” foram banidos. Homens com maquiagem, influenciadores fora do padrão e até artistas no estilo K-pop saíram da mira direto para o corte. A ordem é impor um modelo de comportamento e imagem nas redes.
E os jovens? Entraram no radar total.
Menores só podem jogar videogame por três horas por semana — com reconhecimento facial obrigatório. Depois das 22h, é tela apagada. Aulas particulares pagas foram proibidas. E até certas movimentações digitais entraram na lista de restrições.
Tudo dentro de um plano maior: controlar o que se fala, o que se vê e como uma geração inteira se comporta.
A pergunta que fica é simples — e inquietante: qual vai ser a próxima proibição?
