Niterói dá um passo histórico na preservação de sua memória religiosa e cultural. A cidade acaba de sancionar a Lei nº 4.082/2025, de autoria do vereador Allan Lyra (PL), que reconhece oficialmente a Missa Tridentina — celebrada segundo o Rito Romano na Forma Extraordinária — como Patrimônio Cultural e Imaterial do município.
Tradição secular ganha proteção oficial
Praticada há séculos em diferentes partes do mundo, a Missa Tridentina é considerada um marco da cultura ocidental. O rito, que atravessa gerações, carrega forte valor histórico e espiritual, consolidando-se como expressão cultural que agora passa a ter respaldo legal em Niterói.
Mais que fé: turismo e cultura
O reconhecimento abre espaço para ações de promoção, estudo e registro histórico, além de potencializar iniciativas turísticas. A celebração, marcada por música sacra e símbolos da tradição cristã, atrai visitantes interessados em vivenciar práticas que remontam às raízes da fé e da cultura europeia.
Onde acontece
Na Arquidiocese de Niterói, a Missa Tridentina é celebrada todos os domingos na Capela São Lucas, em Icaraí (Rua Mário Alves, 62), sob a responsabilidade do Padre Lucas Farah.
Voz do legislador
Para o vereador Allan Lyra, autor da lei, o reconhecimento é mais que religioso:
“A Missa Tridentina é um patrimônio que atravessa séculos. Seu valor vai além do aspecto espiritual — ela compõe a identidade cultural de Niterói e merece ser preservada como parte da nossa história. Um tesouro da Igreja que agora também é um tesouro de Niterói.”
Compromisso com a memória coletiva
Com a nova legislação, Niterói reafirma sua missão de proteger o patrimônio imaterial, garantindo que tradições, ritos e expressões culturais continuem vivos e acessíveis às futuras gerações.
