O orçamento de 2027 mal chegou… e já virou campo de batalha.
Com um déficit gigante de R$ 13 bilhões, deputados da Alerj despejaram cerca de 470 emendas tentando mudar o rumo das contas do estado. É pressão de todo lado — e alguém vai ter que segurar essa bomba.
No olho do furacão está Gustavo Tutuca (PP), presidente da Comissão de Orçamento. É ele quem vai comandar o “pente-fino” nas propostas e decidir o que fica e o que cai.
“Cenário desafiador” é pouco: o governo prevê arrecadar R$ 120 bilhões, mas gastar R$ 133 bilhões. A conta simplesmente não fecha — e o rombo continua pelos próximos anos.
Mais de 60% do orçamento já está travado com salários e dívidas. Sobra pouco espaço pra manobra. Enquanto isso, o estado torce por uma saída: o tal do Propag, que pode aliviar a dívida com a União. Pode… mas não é garantido.
Dia 23 começa o confronto na Comissão. Dia 30, a decisão final.
Traduzindo: ou corta, ou afunda.
E Tutuca está no centro dessa decisão que pode definir o futuro do Rio.
