‘Segurança não é palanque político’
Em meio à repercussão da maior operação policial da história do Rio de Janeiro, o presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil), se posicionou com firmeza: é hora de endurecer as leis e unir forças contra o crime organizado.
A ação, realizada nos complexos do Alemão e da Penha na última terça-feira (28), mobilizou mais de 2.500 agentes e resultou na neutralização de mais de 100 criminosos e apreensão de 93 fuzis.
“Certamente muitos desses bandidos que trocaram tiros hoje já entraram e saíram várias vezes do sistema prisional”, declarou.
Legislação mais dura contra a reincidência
Autor da Lei nº 10.994, que institui o Pacote de Enfrentamento ao Crime Violento (PEC-RJ), Bacellar voltou a defender o endurecimento do sistema penal. A nova legislação, aprovada pela Alerj, restringe benefícios como visitas íntimas para condenados por crimes hediondos e prevê medidas tecnológicas e articulação institucional para reforçar a segurança pública.
“Precisamos de uma legislação mais eficaz, que evite que marginais sejam presos hoje e soltos amanhã”, afirmou o parlamentar, reiterando que muitos dos envolvidos na operação já haviam passado pelo sistema prisional diversas vezes.
Chamado à união suprapartidária
Bacellar também fez um apelo à união entre os poderes, independentemente de bandeiras políticas. “Estou pronto para somar forças com todas as esferas de poder”, disse. Ele concluiu sua mensagem com um recado direto à população: “Um Rio mais seguro não é palanque político, é o desejo de todas as famílias de bem do nosso Estado.”
Com discurso firme e ação legislativa concreta, Rodrigo Bacellar se consolida como uma das principais vozes no combate à criminalidade no Rio de Janeiro.
