O deputado estadual Filipe Poubel (PL) criticou, em discurso no plenário da Alerj nesta quarta-feira, 5, a decisão do promotor que votou para que um dos menores acusados pelo estupro coletivo em Copacabana não fosse apreendido.
Na decisão, Carlos Marcelo Messenberg, da 1ª Promotoria da Infância e da Juventude Infracional da capital, disse não ver necessidade e pediu que a Justiça negasse a apreensão.
Poubel, que defende a castração química de estupradores, foi enfático: “Onde vamos parar? É salvo conduto para menor que fica cometendo crime?”, disparou.
