A prisão de uma nomeada do governo estadual que tinha dois nomes e foi acusada por fraudes milionárias com obras de arte, revelou uma estranha falha na “faxina” do governo estadual.
Já pensou se ela fosse ligada a algum político da Alerj? Já estaria na rua com o seu respectivo apadrinhamento revelado. Porém, seguiu nomeada e só saiu após ser presa.
Será que essa moça tinha um apadrinhamento poderoso?
Michele foi nomeada em 6 de outubro do ano passado sob o nome de “Mia Montenegro”, utilizando o mesmo CPF, e recebia salário bruto mensal de cerca de R$ 16 mil. Segundo a investigação, se apresentava como “advogada e herdeira”.
