O Diário Oficial de Teresópolis de 31 de julho de 2026 entregou uma das erratas mais curiosas do ano. Um contrato que aparecia como prestação de serviços funerários, com urnas e translados para famílias em situação de vulnerabilidade, foi corrigido e virou, na verdade, um contrato para compra de cestas básicas.
A prefeitura tratou o caso que mais parece uma pegadinha como uma simples correção de rotina: saiu o caixão, entrou o feijão. No fim, as famílias devem ter respirado aliviadas: em vez de um translado para o outro mundo, ficou valendo comida na mesa.
