Fim do ‘freia no radar’: Ponte Rio-Niterói terá teste para multa por velocidade média

coisasdapolitica.com
Foto - Divulgação/Ecoponte

Tecnologia será testada em trecho de 9 km da Ponte e também na BR-101 e BR-116; ainda não há data para começar e, na fase experimental, não haverá multas

Atenção, motorista do Rio e de Niterói: o velho truque de acelerar e só frear quando aparece o radar pode estar com os dias contados.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou testes com radares que calculam a velocidade média dos veículos em oito estados. No Rio, o projeto alcança trechos da BR-101 e da BR-116, incluindo a Ponte Rio-Niterói.

Na Ponte, o teste será feito em 9,02 quilômetros no sentido Norte, entre os km 323+700 e 332+720. O experimento terá duração prevista de 180 dias, mas ainda não existe data para começar. A contagem só terá início depois da instalação dos equipamentos e do início efetivo do monitoramento. A concessionária informou que ainda não recebeu os equipamentos necessários.

Como vai funcionar?

Esqueça o radar tradicional, que fotografa o carro em um ponto específico.

O novo sistema terá dois pontos de monitoramento e calculará quanto tempo o veículo levou para percorrer a distância entre eles. Com isso, será possível chegar à velocidade média do trecho.

Traduzindo: não adianta meter o pé e depois frear ao enxergar a câmera.

No Rio, além da Ponte, haverá testes em outros trechos da BR-101, nos dois sentidos, e da BR-116. Na BR-101 sob concessão da Autopista Fluminense, serão monitorados 14,4 km no sentido Norte e 16,09 km no sentido Sul.

Sem multa… por enquanto

A experiência terá inicialmente 180 dias, podendo ser prorrogada ou encerrada antes, conforme os resultados.

A tecnologia já foi testada em outros pontos do país e agora chega ao Rio com uma novidade que interessa diretamente a quem atravessa diariamente a Baía de Guanabara:

Compartilhe Este Artigo
Para enviar sugestões de pautas ou comunicar algum erro no texto, encaminhe uma mensagem para a nossa equipe pelo e-mail: contato@coisasdapolitica.com
Deixe um comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *