Pegou muito mal no grupo do PL a defesa que o vereador do PL Paulo Messina fez da atuação de Daniel Soranz na saúde do Rio.
O incômodo tem explicação simples: a guerra no plenário não era entre governo e oposição. Era fogo amigo, aberto por vereador da própria base de Eduardo Paes, justamente contra Soranz, hoje o principal nome do prefeito na área da saúde.
Na leitura de gente do PL, se nem a própria base saiu correndo para defender o secretário, não fazia sentido Messina vestir a armadura.
O comentário nos bastidores é que Messina segue em cima do muro: aparece para defender Soranz, mas não aparece com o mesmo vigor para atacar Eduardo Paes ou defender o PL.
No partido, a conta foi rápida. Para quem quer ser visto como oposição, faltou escolher o lado.
