A atriz Luana Piovani apareceu nas redes dizendo que precisava ter um “papo reto” sobre a PEC da autonomia financeira do Banco Central. O detalhe, descoberto depois, é que o papo tinha preço: até R$ 300 mil, segundo ata de reunião do Sinal-DF, sindicato de servidores do BC.
O documento mostra que a contratação da atriz e influenciadora foi aprovada em 9 de junho, com cinco votos favoráveis e uma abstenção, para uma campanha contra a proposta que tramita no Senado. Antes disso, a presidente do sindicato já havia conversado com Luana sobre valores e alinhamento à posição da entidade.
A situação ficou ainda mais indigesta porque, na semana passada, o Sinal havia negado pagamento à atriz. Procurados pela reportagem, nem Luana nem o sindicato responderam aos questionamentos.
No vídeo, Piovani admitiu que teve dificuldade para entender o tema, disse que precisou “estudar” e “pedir ajuda aos universitários”. Pelo valor aprovado, a aula saiu cara.
Com informações da Folha.
