A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) transformou a manhã desta segunda-feira (09/03) em um gesto simbólico de reconhecimento e afeto. Foram distribuídas 1.350 rosas vermelhas e brancas a deputadas e servidoras da Casa, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, celebrado no domingo (08/03).
A iniciativa partiu do presidente em exercício da Alerj, deputado Guilherme Delaroli (PL), que destacou a importância de valorizar a presença feminina nos espaços de poder e no serviço público. “Esta é uma homenagem simbólica, mas que representa o reconhecimento da relevância das mulheres para a sociedade e para a política”, afirmou o parlamentar, que apresentou recentemente o Projeto de Lei 7.187/2026, que amplia para 24 horas os vagões exclusivos para mulheres nos trens e metrôs do estado.
A medida será votada em plenário na próxima quarta-feira (11/03). Além disso, a Alerj vai apresentar relatório com os números de atendimentos da Sala Lilás e do SOS Mulher.
Recepcionada com uma rosa branca, a segunda vice-presidente da Casa e procuradora da Mulher, deputada Tia Ju (Rep), reforçou a necessidade de políticas que ampliem a proteção às mulheres. Já a servidora Thamires Gomes descreveu o gesto como acolhedor: “É simples, mas traz conforto ao coração e nos faz sentir reconhecidas.”
Com rosas nas mãos e projetos em pauta, a Alerj buscou unir simbolismo e ação, reafirmando o compromisso de fortalecer a presença feminina e garantir seus direitos.
Sala Lilás
A Sala Lilás da Alerj é a primeira unidade do tipo em uma Casa Legislativa do país e funciona no Edifício Lúcio Costa. O espaço é dedicado a oferecer atendimento qualificado e humanizado às mulheres vítimas de violência e conta com suporte psicológico e jurídico especializado, funcionando de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h.SOS MulherPelo número 0800-282-0119, mulheres vítimas de violência em todo o estado podem buscar ajuda da equipe multiprofissional da Sala Lilás.
Procuradoria da Mulher
A Procuradoria da Mulher, criada pela Alerj, está localizada no Palácio Tiradentes, sendo um espaço que recebe denúncias de violência e discriminação contra mulheres, além de acompanhar programas de governo que têm como objetivo mitigar a desigualdade de gênero no estado.
