A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) encerrou as investigações sobre a morte do vereador Silmar Braga de Souza, executado em janeiro de 2025, em Magé. O inquérito indiciou dois suspeitos: o suplente Mário Jorge Soares Gentil, apontado como mandante, e Gutemberg Andrade de Santana, acusado de ser o executor.
Segundo os investigadores, o crime foi motivado por uma disputa por votos no Jardim Nova Marília, reduto eleitoral de Braga. A polícia afirma que Gentil teria planejado a eliminação do adversário para assumir sozinho a liderança política na região.
Prisões e fuga
A Justiça decretou a prisão preventiva dos dois indiciados. Gentil está preso desde dezembro de 2024, enquanto Santana permanece foragido.
Emboscada fatal
O assassinato ocorreu em 20 de janeiro de 2025, quando Braga foi surpreendido na porta de casa. De acordo com a DHBF, Santana teria se aproximado em uma motocicleta e disparado contra o vereador, em uma ação previamente arquitetada e com divisão de tarefas.
Provas técnicas reforçam acusação
As autoridades reuniram imagens, registros telefônicos e dados telemáticos que demonstram contatos entre Gentil e Santana nos dias que antecederam o crime. Para a polícia, os elementos comprovam a ligação direta entre mandante e executor, sustentando a acusação de homicídio qualificado.
