Enquanto o cidadão comum paga o cafezinho com QR Code, um sujeito resolveu sair de uma agência bancária no Centro de Niterói carregando uma mochila digna de filme de ação: R$ 600 mil em espécie. O detalhe? Ele achou que poderia enfiar a bolada dentro de um carro blindado de luxo, como se fosse invisível. Não era. Policiais da Coordenadoria de Investigação de Agentes com Foro (Ciaf), com apoio da Subsecretaria de Inteligência e do Ministério Público, estavam de olho e fizeram o flagrante cinematográfico.
Dinheiro vivo, armas e blindado: o kit ‘não me perguntem de onde veio’
Na abordagem, além da montanha de notas, apareceram duas armas de fogo e o tal veículo blindado. O trio que ocupava o carro não conseguiu explicar a origem da fortuna. Resultado: prisão em flagrante e viagem direta para a sede da Ciaf. Lá, ficou claro que o porte ilegal de armas completava o pacote de ilegalidades.
Banco sem Pix: mais de R$ 1 milhão apreendidos
O caso não é isolado. Cinco dias antes, em Duque de Caxias, a Polícia Civil já havia apreendido R$ 500 mil em espécie. Em menos de uma semana, mais de R$ 1 milhão em dinheiro sem origem comprovada foi retirado de circulação. Parece que alguns ainda vivem no século passado, acreditando que malas de dinheiro são discretas. Spoiler: não são.
Carregar dinheiro vivo na mochila não é normal
Em 2026, andar com R$ 600 mil em notas é praticamente um convite para virar manchete. Afinal, quem precisa de papel-moeda quando até o vendedor de mate na praia já tem chave Pix? A cena em Niterói não lembra operação policial moderna, mas sim uma comédia pastelão: homens tentando justificar uma fortuna em plena avenida central, como se fosse normal carregar meio milhão na mochila.
A polícia segue de olho vivo
A operação mostra que a polícia está de olho nos “dinossauros financeiros” que ainda acreditam que dinheiro vivo é poder. No Brasil digital, a única coisa que uma mala de notas garante é prisão — e manchete sarcástica no jornal e sites de notícias.
