Um projeto de lei apresentado na Câmara quer impor regras mais rígidas para esportes radicais no Brasil — após uma sequência de tragédias que chocou o país. O projeto, do deputado Capitão Alden (PL-BA), cria exigências como profissionais qualificados, inspeções, seguro e planos de emergência. O ponto central é a “dupla checagem” obrigatória dos equipamentos antes de cada atividade.
A proposta veio depois da morte da educadora física Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos. Em Limeira (SP), ela foi empurrada de uma ponte durante um salto de rope jump sem que a corda de segurança estivesse instalada.
Menos de 24 horas depois, outro caso: em Maricá (RJ), Rosemary Suzart Garcia, de 59 anos, morreu ao cair de uma gruta enquanto se preparava para um rapel.
Duas mortes, o mesmo alerta: falhas graves de segurança. Batizada de Lei Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, a proposta agora começa a tramitar sob pressão: evitar que erros assim voltem a matar.
