Até quando? Criminoso de 21 anos com 86 passagens é preso novamente após série de furtos no Rio

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“Patrick é um velho conhecido da Polícia Civil. Começou como adolescente infrator e já acumula um histórico criminal extenso. Vai completar 22 anos e já tem esse currículo”, afirmou o delegado

A falta de punição efetiva acaba por estimular a criminalidade, criando um ciclo vicioso difícil de romper. O que falta para o Legislativo entender que o país vive uma guerra não declarada contra o crime, que avança dominando territórios, monopolizando serviços e impondo suas próprias leis?

A prisão de Patrick Rocha Maciel, de apenas 21 anos, reacende o debate sobre a impunidade e os entraves da legislação penal brasileira. Com impressionantes 86 passagens pela polícia por crimes como roubo, furto e tráfico de drogas, Patrick foi detido novamente por agentes da 12ªDP (Copacabana) após cometer quatro furtos em menos de um mês em liberdade. Os alvos foram apartamentos, uma farmácia e até uma igreja presbiteriana.

Para muitos, casos como o de Patrick representam um tapa na cara do cidadão de bem, que vê criminosos reincidentes circulando livremente, enquanto a polícia se vê obrigada a prender os mesmos indivíduos repetidamente.

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Reincidência sem limites nas barbas da lei

Durante as investigações, o delegado Angelo Lages descobriu que o criminoso já havia sido preso dias antes, em 29 de junho, por outro furto a estabelecimento comercial.

“Patrick é um velho conhecido da Polícia Civil. Começou como adolescente infrator e já acumula um histórico criminal extenso. Vai completar 22 anos e já tem esse currículo”, afirmou o delegado.

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Política de desencarceramento também estimula o crime

A reincidência e a facilidade com que o jovem volta às ruas escancaram o que muitos consideram um sistema penal falho e ultrapassado, que não acompanha a escalada da criminalidade urbana. A política de desencarceramento adotada pelo governo Lula tem sido alvo de críticas por parte de especialistas em segurança pública e da população, que se sente desamparada diante da crescente sensação de insegurança.

Este caso levanta uma pergunta urgente: até quando a sociedade brasileira vai tolerar que a juventude seja cooptada pelo crime, enquanto o Estado falha em garantir justiça e segurança?

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